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Cirurgião Plástico Rio de Janeiro Barra da Tijuca

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Cirurgião Plástico - Rio de Janeiro - Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), órgão máximo que dita os meios pelos quais o médico é considerado apto a exercer a cirurgia plástica no Brasil.

GINECOMASTIA

As mamas masculinas que crescem por alteração hormonal ou acúmulo de gordura fazem parte de uma disfunção conhecida como ginecomastia. O trauma psicológico que causa nos jovens e adolescentes só é comparado, nesta faixa etária, ao da orelha de abano. Os meninos não vão à praia e nem à piscina, porque o ato de retirar a camiseta revela as mamas de aspecto feminino. 

Principais dúvidas:

O que é a ginecomastia? 

A ginecomastia é causada por um desenvolvimento excessivo no tecido da região mamária masculina e ocorre nas fases de mudanças hormonais do homem (infância, adolescência e velhice) sem nenhuma patologia de base, na maior parte dos casos. Porém existem algumas causas que podem determinar o aparecimento da ginecomastia como:  variedade de mudanças hormonais (aumento dos estrógenos, diminuição dos andrógenos), desnutrição, doenças da tireóide, testículo, hipófise, cirros hepática, anabolizantes, além de alguns remédios (como por exemplo para hipertensão, evitar queda de cabelo entre outros) e drogas (maconha, álcool, anfetaminas). Ou seja, a ginecomastia é, na maioria dos casos, nesta faixa etária de 15 anos, uma condição benigna, e muitas vezes regride espontaneamente dentro de 2 anos de evolução. Se a condição persistir em um adolescente, é realizada a correção cirúrgica que proporciona um resultado bastante satisfatório.

 

Indicação:

Correção do desenvolvimento excessivo no tecido da região mamária masculina. 

 

Anestesia utilizada:

Normalmente, é utilizada a anestesia local associada ou não com a sedação (depende do grau de ginecomastia)

Tempo de cirurgia: cerca de1:30h

Tempo de internação: de 12 a 24 horas.

Tempo de recuperação:

O paciente pode retomar as atividades escolares ou profissionais em uma semana. Deve-se evitar exposição solar por dez dias. A atividade física leve está liberada em 15 dias. Os exercícios físicos mais pesados podem ser retomados em três semanas. 

Resultado final:

O resultado final pode ser visto em 2 meses. Como técnica auxiliar, pode ser realizada a lipoaspiração que, em alguns pacientes, pode ser usada como procedimento exclusivo. Embora a ginecomastia não tenha nenhuma ligação com virilidade, o formato mamário feminino causa uma grande de vergonha e inibição por parte dos homens. Ginecomastia não tem relação com câncer de mama.

 

Sinais clínicos, sintomas:

No homem adulto normal, não há tecido mamário palpável. A ginecomastia apresenta-se como uma massa na região mamária, palpável, variando de 1,0 a 10 cm de diâmetro. Ela se apresenta geralmente de forma unilateral ou bilateral e podem se expandir em direção a axila. Os sintomas limitam-se à massa palpável e pouca dor à palpação, principalmente nos adolescentes, porém, na maioria dos casos, a doença é assintomática. A maioria dos casos de ginecomastia ocorre na puberdade com uma incidência de 65% jovens entre 14 e 15 anos. Essa condição desaparece durante os últimos anos da adolescência, apresentando-se apenas em 7% aos 17 anos de idade.

 

 A classificação da ginecomastia é baseada em 3 graus, de acordo com a classificação de Simon:

  • Grau I: pequeno aumento mamário sem flacidez de pele

  • Grau II: subtipo A: moderado aumento mamário sem flacidez de pele; Subtipo B: moderado aumento mamário com flacidez de pele

  • Grau III: grande aumento mamário com flacidez de pele. 

 

Cirurgia e técnicas atuais:

A técnica cirúrgica depende do tipo de ginecomastia e de sua classificação. Normalmente é realizado um corte (incisão) em semi circulo na parte inferior da aréola, com associação ou nao de lipoaspiração; Os principais problemas relacionados ao tratamento cirúrgico da ginecomastia são irregularidades na superfície da mama, hematoma, seroma, queloide ou cicatriz hipertrofica, porem serão tomadas todas as precauções para se evitar quaisquer desses problemas. Em alguns casos, por segurança do paciente, é necessário o uso de dreno por alguns dias. O edema pós-operatório dura cerca de 7 a 10 dias e o déficit de sensibilidade local em geral é transitório, durando no máximo um ano na maioria dos casos.

A cicatriz não é aparente e fica praticamente invisível com o tempo. O cirurgião retira a glândula de consistência dura e aumentada que deverá ser examinada por um patologista.

 

Após a cirurgia, o paciente deve usar uma faixa compressiva por aproximadamente 45 dias, e seguir as recomendações Dr. Bernardo Ramalho.